Prêmio IgNobel: Sim, ele existe, e o Brasil já ganhou!

Todos os anos milhões de cientistas procuram desenvolver estudos com a intenção de melhorar nossa vida ou mesmo compreender algumas situações inexplicáveis. Apesar de muitos destes trabalhos merecerem todo nosso crédito e respeito, alguns deles têm sua utilidade questionável e os resultados acabam sendo curiosos ou até mesmo malucos. A fim de se eleger os “mais estranhos” trabalhos da comunidade científica, em 1991 foi criado um prêmio oposto ao Nobel (considerado o mais importante do mundo): O Prêmio Ignóbel.O prêmio fora criado pela revista de humor científico Annals of Improbable Research (Anais da Pesquisa Improvável) e os prêmios são entregues em Harvard. O objetivo é celebrar o incomum, honrar a imaginação e despertar o interesse das pessoas pela ciência, medicina e tecnologia, tudo com muito bom-humor. Os trabalhos são analisados por uma comissão multidisciplinar que inclui atletas, autoridades políticas e científicas, e vários ganhadores do Prêmio Nobel original.O Ignobel “premia” trabalhos em diversas categorias, como Física, Química, Biologia, Literatura, Linguística e Medicina, desde que eles se destaquem pela sua inutilidade ou premissa de relevância questionável.
Como funcionaA cerimônia acontece em Harvard para uma exclusiva audiência de 1.200 pessoas e a plateia tem o tradicional hábito de jogar aviõezinhos de papel no palco durante o evento. Assim, laureados com o Nobel (sim, aqueles sisudos cientistas ganhadores dos prêmios de física, química e economia, entre outros) varrem (sim, com vassouras mesmo) os aviõezinhos no palco. Eles se protegem com chapéus chineses para não serem atingidos pelos petardos e passam a cerimônia inteira varrendo. Às vezes interrompem a labuta para entregar algum prêmio, pois todos os IG Nobel são entregues por Nobels autênticos.A ideia é contemplar pesquisas e patentes improváveis. Os premiados de cada ano têm os seus artigos publicados em um livro com uma linguagem mais acessível. De tudo isso, o que se tira é que o desenvolvimento humano precisa do inusitado, do improvável, do incomum, do ousado e do ridículo para acontecer. E, mais do que tudo, da capacidade de rir de si próprio, mesmo que você seja uma celebridade ganhadora do Prêmio Nobel.O nosso RepresentanteArqueologia (2008): Astolfo Gomes de Mello Araújo[8] e José Carlos Marcelino, por demonstrarem que os tatus podem misturar os vestígios em um sítio arqueológico. Sem dinheiro, ele não foi à premiação, mas continua estudos."Deve ter gente que fica constrangida com o prêmio, mas eu achei muito legal", declarou ao G1 o arqueólogo Astolfo Gomes de Mello Araujo, da USP, no dia seguinte à sua consagração como um dos vencedores do Ig Nobel. O prêmio, organizado pela revista de humor científico "Annals of Improbable Research" (Anais da Pesquisa Improvável), vai para "pesquisas que não podem, ou não devem, ser reproduzidas" e para experimentos que "primeiro fazem as pessoas rirem e depois as fazem pensar".
 

Tatupeba: o vilão dos sítios arqueológicos finalmente desmascarado


Confira aqui a lista de todos os ganhadores do IgNobel 


Fontes:

G1

www.wikipedia.org

www.improbable.com

http://www.ignobel.com/

www.drclas.harvard.edu

www.acontecendoaqui.com.br

Um comentário:

  1. kkk eu achava que era zoeira esse prêmio xD não sabia que existia mesmo!

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